Gente Grande

O “mistério”

Publicado por: Amanda em: Maio 20, 2008

Hoje , conversando com um amigo , cheguei (ou melhor , chegamos) a uma conclusão: todos os preços de livro são escritos pela mesma pessoa.

Você já reparou  que todos eles são escritos na mesma caligrafia?

É impressionante!Toda vez que abro um livro , seja em sebos ou em livraria , está lá , o mesmo tipo de número! A pessoa que escreve deve ter uns 43298298429834 milhões de anos , e passa sua  infinita vida escrevendo preço de livros.

Também existe a possibilidade de ser um negócio familiar, pai ensinando filho como escrever , tudo igual.Eles são milionários, pois patentearam a forma de colocar preço nos livros e imagine quantos não existem no mundo…

Pena , que se alguma dessas possibilidades fossem verdade, ele (ou eles) não poderia(m) contar com o Brasil como uma boa fonte de renda. É horrível observar que em um país grande como o nosso poucas pessoas tenham o hábito de ler. 

Até na faculdade , faço Letras, percebo que muita gente  não pega um livro nem para dar uma olhada.Notei isso , quando me contaram que uma certa pessoa comentou que lia mais livros do que o possível em um mês, e quase ninguém se surpreendeu. Este fato evidenciou a falta de experiência da maioria das pessoas quando o assunto é leitura, o que é triste, principalmente se desejamos que o nosso país melhore.

Para um país mais culto!

Boa noite.

5 Respostas para "O “mistério”"

Incrível como a caligrafia é sempre igual! Mas, sinceramente, mais incrível ainda é ver como as pessoas, mesmo dentro da faculdade, não pegam um livro nem para folhear… Me causa revolta… “uma certa pessoa comentou que lia mais livros do que o possível em um mês” Essa eu não vou esquecer até a nossa formatura! Mastiguei minha língua esse dia. ¬¬
Bom, é isso. Por um país mais culto!
Beijão, Mandienha!

—>É isso ai ,mari!

HUAHUAHUAHU
eh totalmente normal uma pessoa ler mais livros que o possivel ;]
e realmente, eu acho que é uma máfia. eles escravizam uma família e obrigam eles a aprender a caligrafia.
ahuahuahu
otimo post mandienha
;***

–>Ééééé!! Obrigada, mih!

Apoiada!
Para um Brasil mais culto”
:)

–> \o/

olá Amanda!
primeiro, fico feliz por vc também ser uma estudante de Letras.
segundo, gostei muito do seu sítio. tem um quê de “observatório do cotidiano” nele, se vc me permite, e gosto disso. traduzir as efemeridades dos dias em observações inteligentes denota uma sensibilidade acima do comum.
li seu artigo sobre a arte brasileira (na verdade, esse comentário era pra ser feito nele, mas essa bomba, que alguns chamam de PC, não reconhece o link, simplesmente… argh!). saiba que temos pontos de vista idênticos. mas, deixo aqui uma pergunta: a arte se permite rotular por sua nacionalidade, ou ela mantém sua autonomia independentemente da bandeira que a ostenta?
no TeXtura, meu blog, na seção FÓRUM, vc pode dar sua opinião e enriquecer o diálogo a respeito dos caminhos da arte. conto com sua colaboração.

beijo!

ps: sem pedir, tomei a liberdade de linkar seu blog (tsc). teria eu perdão?

–> A arte pode até ser considerada mundial, mas acredito que quando se passa a desvalorizar a de um lugar, isso não é nem um pouco saudável para a vida cultural de uma pessoa. Também acredito que a arte retrata o cotidiano do povo onde é feita ,por isso pode ser considerada local.

Um excelente índice para saber quem lê ou não. Quem presta atenção aos detalhes de um livro, realmente é um leitor.

Quanto serem sempre com a mesma caligrafia, acredito que seja pelo fato de, nos antigamentes, caligrafia ser algo obrigatório nas escolas do nível básico e classe de alfabetização. Não sei se hoje em dia isto seja ainda utilizado, pois por vezes eu me sinto o próprio Champolion ao ter que corrigir provas. São verdadeiros hieróglifos e coisa de dificílima compreensão, que supostamente parecem letras do alfabeto latino.
:)

–> ;)

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